6.04.2008

Noite afora!

Puxa, que inepto pensamento de besteiras.
Não quero pensar, mas o desejo vem e...
- Pára pára, pára com isso, eu não posso...
É, não posso já sei como é, já senti isso.
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Ahhh mas não consigo, eu quero você sim.
E dane-se os maus olhares, a verborragia dos delatores.
Vem aqui, agora, é uma ordem - não é assim que você gosta?
Eu domino, te bato, faço o que o prazer mandar, mas deita aqui...
...sinta o meu menino te tocar com cuidado.
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Chocolate bom, você gosta não é mesmo?
Eu gosto do chocolate quando ele está na tua boca...
...assim, melado, criando saliva e suor por todo o corpo.
Ah esse teu perfume, essa ingênua maldade infantil,
esse desejo contido, rasgado, contrito,
que aumenta com o passar do tempo.
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Pára pára pára, isso é horrível, incesto,
ou não, afinal não é errado desejar,
se atrair, fazer dos sonhos, noites de deleites,
leites, amoras, malícia, sussurros, gritos e gemidos.
Isso, sua, pode suar e deixa a lava tomar conta de nós...



Pegue nele com carinho...espere o momento certo...
...comece tudo outra vez.

(Adriano Veríssimo - após um sonho meu desta noite)


5 comentários:

H. Henrique disse...

:O

Passaaaaaaaaaado!!!

Qta sujeira gente!!! Nossa Dri, vai procurar uma igreja - rsrsrs

Bom, não há nada de melhor na vida que deixar o inconsciente livre, ainda que ele nos envergonhe no final!

Adriano DiCarvalho disse...

rs, xaraaaa... que isso hein!
E olha que dizem os especialistas que por mais que se transcreva minunciosamente um sonho, o escrito nunca alcansará 10% do sentimento do sonho!
E se o texto passou-nos tudo isso, toda essa... enfim. Fico aqui a pensar o que sentiu você neste sonho...ui...rs

Abs

O Véio disse...

Adriano "intenso" Veríssimo!

Parabéns pela apresentação sábado!

;-)

marcela p. disse...

§

Por isso que só as mães são felizes...

;**

§

Clara disse...

Ai que deliciaaaaaaa
Me chama?